Sobre o Céu…

jerusalem

Já ouvimos muitos testemunhos de pessoas sobre o Céu e o Inferno, em relação ao segundo confesso que alguns me incomodam, pois não concordo com tudo que vejo, em relação ao Céu também, até a última sexta, pois enquanto estava assistindo a um filme que falava sobre o tema “Céu” fiz alguns questionamentos ao Senhor e Ele me respondeu:

“Não julgue o que você está vendo, basta que você saiba que o tempo no Céu é diferente do tempo aqui na terra!”

Então caiu a ficha!

Já falei tanto do tempo de Deus no blog, que é bem diferente do nosso, onde passado, presente e futuro estão em um mesmo plano, como em um tabuleiro de xadrez onde vemos todas as peças ao mesmo tempo, assim é o tempo de Deus, assim é o TEMPO NO CÉU, lá não existe passado, presente e futuro, pois tudo se converge no infinito, ou seja, O CÉU É ATEMPORAL (O que transita no tempo sem necessariamente pertencer ao passado, futuro ou presente.).

Passei então a compreender tantas coisas que havia ouvido e vivido em relação a essas experiências. Posso tomar como exemplo uma experiência que tive a pouco mais de dois anos onde ao fechar os olhos por ordem do Espírito de Deus, me vi nas nuvens, não essas que vemos, mas algo como cristal e ao adentrar em um lugar com grandes muros e ir até o centro daquele lugar pude contemplar a FONTE DE TODO PODER, os RIOS DE ÁGUA VIVA que fluem do centro do trono de Deus que criou e sustenta todo universo.

Nesse dia, no natural, passaram-se 5 minutos e lá foram apenas alguns segundos.

Fico imaginando se não tive-se visto esses testemunhos sobre o Céu e inferno dessa forma, vendo não com meus olhos naturais, como o meu tempo terreno, mas com os olhos espirituais, no tempo de Deus, talvez não houve-se tantos julgamentos, tanto juízo sobre a vida de todos nós quando julgamos nossos irmãos e consequentemente julgamos também o Espírito que revelou essas coisas grandiosas a esses irmãos.

Pensemos nisso e talvez seja mais fácil compreender os mistérios que Deus tem nos revelado e não temos compreendido por simplesmente olharmos com a nossa natureza humana.