Porque vocês devem ouvir o que eu digo? Parte XI

Esse post é parte 11 de 13 na série Porque vocês devem ouvir o que eu digo?

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Ao entrarmos naquele lugar, para requerer para Deus o que o mundo  estava de posse indevidamente, o Senhor me disse que eu encontraria três pessoas e que as três me perguntariam porque eu estava ali e eu deveria responder:

“Vim receber o que o meu Pai me deu!”

Tudo aconteceu conforme o Senhor havia me dito e três pessoas me perguntaram a mesma coisa, porém na terceira vez, veio sobre mim uma autoridade que quase me levava ao chão de tamanho poder que estava presente, minha vista chegou até a escurecer do tamanho poder que foi liberado.

Em seguida recebi a ordem do Senhor, confirmando que tudo já estava feito. Após essas coisas fui almoçar na hora exata que Ele havia me mandado ir, ao meio dia.

Estávamos sentados na praça de alimentação, e exatamente as 12:15hs, sentimos o chão daquele lugar tremer e ouvimos o som de um vento impetuoso, sei que apenas quem tinha que ouvir e ver aquelas coisas as estava sentindo e ouvindo.

Nesse instante o Senhor sussurrou aos meus ouvidos a seguinte frase:

“Os tempos se cumpriram! Da mesma forma que com a morte do Meu Filho ouve um terremoto, assim será no cumprimento dos tempos!”

O que me lembrou essa passagem nas Sagradas Escrituras:

50.Depois de ter bradado novamente em alta voz, Jesus entregou o espírito.  51. Naquele momento, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. A terra tremeu, e as rochas se partiram. 52. Os sepulcros se abriram, e os corpos de muitos santos que tinham morrido foram ressuscitados.  53.E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos. 54. Quando o centurião e os que com ele vigiavam Jesus viram o terremoto e tudo o que havia acontecido, ficaram aterrorizados e exclamaram: “Verdadeiramente este era o Filho de Deus! ” Mateus 27:50-54

Nesse momento Deus me mostrou ainda Apocalipse 18, que representa a queda da Babilônia.

Confesso que achei que aquele terremoto que sentimos iria se cumprir naquela semana, mas hoje tenho uma única certeza:

‘Que um grande terremoto será também um sinal que antecederá a Vinda do Senhor Jesus para Estabelecer o seu Reino na Terra!”

Depois de todas essas coisas recebi a direção do Senhor de voltar para casa, porém recebi outra orientação: Não ir a aula do seminário naquele dia!

Na quarta feira, dia 26 de outubro de 2011, muito atribulado no espírito, recebi a ordem do Senhor de ir para a aula, já sabendo em espírito o que me esperava.

Ao começar a aula, que naquela disciplina estava sendo ministrada pelo mesmo pastor da igreja que eu havia me desligado, fui convidado a ir até a secretaria da escola.

Ao me levantar deixei a bíblia sobre a minha cadeira e ao dar alguns passos o Senhor me disse:

“Pegue a sua Bíblia pois você não entrará mais aqui!”

Fui até a secretaria e lá estavam três pessoas me aguardando para o meu “Julgamento”:

A diretora da escola, que era esposa do pastor que estava dando aula, a irmã que o Senhor havia me dito que ela faria o mesmo que Judas fez a Ele e um irmão, de bom coração, mas que levado pelas circunstâncias e pelo pouco conhecimento do que havia acontecido, também estava ali para servir de testemunha do meu “Julgamento” .

A primeira pergunta foi:

“Você disse que existe um espírito de engano em meu marido?”

Eu respondi que sim e em seguida veio a segunda pergunta:

“Qual espírito?”

Eu respondi:

“O mesmo espírito que agiu em Jezabel e Acabe!”

Ela então me falou:

“Você se retrata do que você disse diante dessas testemunhas?”

Eu disse:

“Eu não posso fazer isso, pois se assim o fizesse estaria negando ao meu Senhor!”

Ela então me deu a sentença:

“Sendo assim você não pode mais permanecer fazendo este curso, pois o seu coração não é digno de estar aqui, você guardou rancor do meu marido desde a sua saída da igreja!”

“Sua esposa não poderá também fazer mais o curso!”

Em resumo minha esposa foi julgada sem sequer estar lá, o que mostra a verdadeira intenção desde o princípio.

Eu respondi:

“A partir de hoje não vai mais haver aula neste lugar!”

Ela então enfurecida quase me empurrou da sala, falando muito irritada que não iria acontecer nada daquilo.

Falei aquela última frase, sem saber o que estava dizendo, e depois achei que isso aconteceria no natural, porém aquela minha frase tinha um significado espiritual:

“A partir de hoje O Espírito Santo não estará mais aqui nas aulas, de agora em diante será apenas letra morta que será ensinada aqui!”

Fui embora daquele lugar, depois de ficar um tempo no carro esperando alguma direção do Senhor, porém ainda tinha algo mais para acontecer sobre tudo aquilo.

continua no próximo post (28/02/2013)…

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