Porque vocês devem ouvir o que eu digo? Parte VIII

Esse post é parte 8 de 13 na série Porque vocês devem ouvir o que eu digo?

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Vamos agora para o que aconteceu naquele domingo, dia 07 de agosto de 2011, dia em que eu me desliguei daquela igreja, depois daquele pastor blasfemar contra o Espírito Santo de Deus!

Naquela semana havíamos recebido um convite de um dos membros daquela igreja para almoçarmos na sua casa, pois ela havia tido a direção do Senhor de nos apresentar a um casal.

Esse casal fazia o mesmo seminário que nós, porém nós não tínhamos nenhuma intimidade com eles, porém há alguns meses antes o Senhor me mandou ir até a igreja que eles congregavam e no final do culto, quando o ministro impôs as mãos na cabeça dele, tive uma visão maravilhosa e senti fisicamente os efeitos do que estava acontecendo no mundo espiritual naquele momento:

“Na hora em que o ministro impôs as mãos na cabeça daquele homem, vi descer sobre ele uma verdadeira cachoeira de água sobre a sua cabeça, que ficou retida e ao mesmo tempo que se acumulava sobre a sua cabeça, girava sem parar, enquanto aquele homem balançava e mal podia ficar de pé. Em um determinado momento aquelas águas foram liberadas e escorreu por toda a igreja, vi e senti quando aquelas águas passaram por mim, pois não só eu mas minha esposa também balançou com  o movimento daquelas águas.”

Aqueles eram os “Rios de água viva de qual o Senhor Jesus nos fala em João 7:38:

“Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”.  

Ao ser convidado para o almoço com aquele casal, no dia 07 de agosto de 2011, lembrei-me da visão e agora sabia porque Deus havia me levado aquela igreja, que era justamente para testificar sobre aquele convite.

Chegamos na casa da nossa irmã em Cristo e lá encontramos aquele casal, ao qual fomos apresentados.

Depois de um tempo a anfitriã pôs um louvor e nos convidou a orar. Ao começarmos a louvar ao Senhor Jesus, veio sobre aquele lugar uma grande unção e todos começaram a profetizar.

Enquanto eu orava de pé com as mãos estendidas, aquele homem me disse estar vendo jorrar da minha mão esquerda ouro em pó, muito fino, ao mesmo tempo que eu tinha a visão de uma estrada de tijolos sem um único defeito e o mais impressionante é que os tijolos eram de um ouro reluzente como eu nunca havia visto antes.

Sem ter dito nada a ele sobre o que via, ele me disse que esse caminho que eu estava vendo era o caminho que Deus havia preparado para mim para que eu seguisse nele.

Em seguida ele me disse:

“O Senhor mandou dizer que esse é o lugar para onde você vai!”

Imediatamente tive uma visão de um lugar que parecia estar sobre as nuvens, com um piso de algo como cristal, só que meio leitoso e de uma certa distância contemplei um muro muito alto que parecia ser de uma cidade, feita também de um material muito parecido com o piso daquele lugar. Pouco mais de um ano depois, já em 2012, o Senhor me permitiu entrar naquele lugar, em espírito, por alguns segundos, mas isso é outra História.

Depois disso recebi a ordem do Senhor de impor as mãos na cabeça dele e dizer:

“Beba de Deus!”

Ao fazer exatamente como o Senhor havia me ordenado, ao tocar a sua cabeça, aquele homem despencou desacordado no chão, com o poder que havia sido derramado sobre ele.

Ao acordar ele me disse que enquanto estava desacordado, viu uma Bíblia de ouro, aberta, descendo sobre ele e entrando dentro do seu peito.

Depois disso tive a direção do Senhor de ficar de joelhos, louvando e glorificando a Deus, e enquanto fazia isso, algo como um vento, era mais como um turbilhão, começou a fazer circulos em torno de mim e ao me tocar, todo o meu corpo vibrava, como se estivesse sendo tocado por um desfibrilador.

Ao mesmo tempo aquele homem que já havia se levantado, via uma coroa e um manto ser colocado sobre a minha cabeça e costas. Naquele dia não entendi o significado espiritual do que estava acontecendo, porém hoje sei o que querem dizer as passagens abaixo, pois é dessa recompensa que elas falam:

“Agora me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amam a sua vinda. 2 Timóteo 4:8″

“Venho em breve! Retenha o que você tem, para que ninguém tome a sua coroa. Apocalipse 3:11″

“Não tenha medo do que você está prestes a sofrer. Saibam que o diabo lançará alguns de vocês na prisão para prová-los, e vocês sofrerão perseguição durante dez dias. Seja fiel até a morte, e eu lhe darei a coroa da vida. Apocalipse 2:10″

Na verdade o Senhor Jesus estava me preparando para as consequências do que aconteceria após aquela noite, me exortando a me manter fiel para que não perdesse o que Ele havia me dado.

Fomos embora já perto da hora do culto, mas algo me inquietava o espírito, algo queimava em mim, como se eu fosse sofrer algo, mas eu não sabia do que se tratava, era tão forte que eu quase não conseguia dirigir até a igreja.

Chegando lá queimava dentro de mim para que eu fosse orar e assim o fiz, dobrei os meus joelhos e baixei a minha cabeça, como era inverno em Porto Alegre eu estava usando um suéter cinza, que havia comprado a poucos dias, ou seja, estava se cumprindo a visão de um mês atrás e aquele homem de suéter orando de joelhos era eu mesmo, eu não havia me reconhecido, pois sequer havia comprado aquele suéter quando tive a visão.

Continuei orando e veio sobre mim um poder tão forte que mal conseguia suportar, enquanto o Senhor me falava do juízo que estava vindo sobre aquele lugar, enquanto eu começava orar intercedendo por eles, porém sem perceber comecei a orar um pouco mais alto, e apesar do culto não haver começado e ter pouco mais de dez pessoas na igreja, vi quando alguém estava de pé ao meu lado e disse que eu parasse com aquilo que estava incomodando as pessoas.

Um fogo queimava dentro de mim, de tão cheio do Espírito de Deus que eu estava, o meu rosto estava deformado, sem expressão, da corrente elétrica que passava por ele, por isso mal conseguia ouvir quem falava e o que falava, até que aquela voz disse que não estava brincando e que estava mandando eu para com aquilo, pois ele era autoridade naquele lugar.

Cheio do Espírito Santo, levantei a cabeça e dei um sorriso para ele, como se o Espírito Santo naquele momento dissesse para ele:

“Em breve veremos quem tem autoridade aqui!”

Era o primeiro domingo do mês, dia da Ceia do Senhor, durante aquele culto inteiro fiquei envolto do poder de Deus e de Seu amor, para que não me contaminasse com as ofensas que saíram do púlpito naquele dia.

Digo isso, pois naquele dia o irmão que havia vindo de Salvador separado como pastor estava ao meu lado e durante todo tempo o pastor pregou que ele era a única autoridade naquele lugar, que qualquer um que quisesse começar uma igreja ali tinha que passar por ele, que ele era a última palavra, e em seguida, mentindo em cima do púlpito, dizia repetidas vezes que não estava falando nada para ninguém ali presente, o que não era verdade e nós quatro sabíamos, porém ao contrário do irmão que ficou aborrecido, o poder que me envolvia me deixava imune de tanto veneno que estava sendo liberado por Satanás naquele momento para manchar nosso coração, com ódio e rancor,  antes da Ceia do Senhor.

Eu chorei durante todo aquele culto, pois enquanto aquele homem dizia aquelas coisas, o Senhor me dava visões de Sua ira e indignação pelo que estava acontecendo. Em um determinado momento vi um raio cair sobre a casa daquele homem, que a partia ao meio, vendo isso com os olhos espirituais sabemos que isso significa o juízo que cairia sobre ele e sua casa.

Eu continuava a pedir ao Senhor Jesus, chorando que me desse mais tempo, para que com a unção que Ele havia derramado sobre mim eu pudesse convencê-los dos erros cometidos.

Em um determinado momento tive mais uma visão:

“Vi a porta de saída da igreja ao mesmo tempo que via eu mesmo batendo os pés ao sair dela!”

Naquele momento chorei mais ainda pois sabia do significado daquele gesto que o Senhor estava me mandando fazer, como profeta do Senhor:

‘Se alguém não os receber nem ouvir suas palavras, sacudam a poeira dos pés, quando saírem daquela casa ou cidade. Mateus 10:14

Se não os receberem, sacudam a poeira dos seus pés quando saírem daquela cidade, como testemunho contra eles”. Lucas 9:5

e, se algum povoado não os receber nem os ouvir, sacudam a poeira dos seus pés quando saírem de lá, como testemunho contra eles”. Marcos 6:11″

Implorei a Deus mais uma vez que me desse mais tempo, enquanto dizia que não poderia fazer aquilo, enquanto não parava de ter aquela visão e Sua voz no meu espírito que repetia: “Faça!”

Antes de terminar aquele culto comecei a ouvir os trovões de uma grande tempestade que se aproximava e que ficou sobre aquela região da cidade toda noite, com muitos raios e trovões, um sinal do juízo que estava vindo sobre aquele lugar.

Ao fim do culto ia me retirar, mas o pastor fez sinal que gostaria de falar comigo e eu fiquei no centro da igreja enquanto esperava ele terminar de falar com algumas pessoas.

Nesse momento fui novamente envolto do mesmo vento impetuoso que havia me envolvido mais cedo, enquanto orávamos na casa daquela irmã.

Minha esposa que estava a uns cinco metros de mim tentou se aproximar para dizer algo sobre a conversa que teria com o pastor, no entanto ao tentar se aproximar, o poder de Deus que me envolvia a empurrou para traz enquanto ouviu uma ordem para se afastar!

Ao terminar a conversa, aquele homem me chamou e começou dizendo que ele era autoridade naquele lugar, e que admirava o meu fervor no espírito, porém disse que eu estava afastando as pessoas da igreja, para isso citou algo que havia acontecido uns dias atrás onde a igreja ao começar a glorificar a Deus, inclusive ele também dava glórias, eu dei um primeiro brado de glória a Deus, que “o assustou”, enquanto desceu sobre a igreja uma onda de poder que podia ser sentida, dei um segundo brado de Glória a Deus e veio uma onda mais forte, então quando eu dei um terceiro brado de Glória a Deus, veio uma forte onda de poder sobre a igreja, que as duas filas adjacentes ao lugar que eu estava sentado foi cheia de uma alegria incontrolável e não conseguiram parar de rir, por alguns minutos, enquanto outros louvavam e glorificavam a Deus.

Segundo ele, quatro pessoas não foram mais a igreja depois daquele dia, depois de tudo que aconteceu sei que o “susto” daquele Glória a Deus não foi dele e sim do que estava agindo sobre ele.

Ele continuou dizendo a mim que não admitiria mais aquelas manifestações na sua igreja, o que representava na visão que tive um mês antes onde o Espírito Santo clamava ao líder daquele ministério dizendo que “O Meu Espírito não tem vez aqui em Porto Alegre!”.

Continuou dizendo que tudo aquilo era coisa da minha cabeça, porém nesse momento eu o interrompi e disse que não podia continuar ouvindo ele dizer aquelas coisas, porém ele repetiu que era autoridade naquele lugar, eu imediatamente afirmei para ele que a partir daquele momento ele não era mais autoridade nenhuma sobre a minha vida, pois eu não fazia mais parte daquela igreja, pois não podia admitir que ele continua-se a BLASFEMAR CONTRA O ESPÍRITO SANTO DE DEUS.

Surpreso com a minha reação ele disse que se estivesse blasfemando que o juízo viesse sobre ele, eu respondi imediatamente: “Assim Seja!”.

Imediatamente me retirei da igreja, com minha família e com aqueles com quem o Senhor me mandou sair, porém sem deixar de cumprir o que Ele havia me determinado naquela visão:

“Bater os pés ao sair daquele lugar, como testemunho contra eles!”

Antes de encerrar gostaria de deixar uma passagem em que Jesus fala sobre a blasfêmia contra o Espírito Santo, e que não se tem dado importância nas igrejas. Algo que já foi pregado aqui nesse espaço e justamente durante a gravação dessa mensagem o Senhor interviu e liberou uma profecia sobre a purificação da igreja, em agosto de 2012.

Por isso eu repito tantas vezes aqui neste espaço:

“Não julguem o que não entendem ou conhecem!”

Todo aquele que disser uma palavra contra o Filho do homem será perdoado, mas quem falar contra o Espírito Santo não será perdoado, nem nesta era nem na era que há de vir. Mateus 12:32

continua no próximo post (25/02/2013)…

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