Porque vocês devem ouvir o que eu digo? Parte VII

Esse post é parte 7 de 13 na série Porque vocês devem ouvir o que eu digo?

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Antes de continuar a falar sobre a exortação do Senhor em relação a minha decisão de tomar posse no diaconato daquela igreja, gostaria de falar de algo que aconteceu também no mês de Julho de 2011, enquanto a minha esposa estava viajando com minha filha ao Rio de Janeiro.

Como já falei para vocês em um dos post’s dessa série, em uma dessas noites no mês de julho acordei com a mão estendida em direção ao corredor, coisa que já vinha acontecendo outras noites, e dessa vez ví um ser no corredor do meu apartamento, totalmente em chamas, que pelas características era um Serafim.

Durante uma dessa noites, na solidão do meu apartamento, comecei a orar e louvar ao Senhor Jesus por volta das 20:00hs, o que se estendeu até por volta das 01:00hs do dia seguinte.

Nessa hora tive a direção de ir orar no meu quarto e ao dobrar meus joelhos, fui cheio do Espírito Santo e comecei a falar com um sotaque meio que de um americano que está a um tempo no Brasil mas ainda fala de uma forma que seja perceptível sua verdadeira naturalidade.

Em espírito, comecei a clamar pelo nome do líder daquele ministério, que é americano, chamando pelo nome dele várias vezes e dizendo:

“Meu Espírito não tem vez aqui em Porto Alegre!”

No mesmo instante tive a seguinte visão:

“Do alto, ví um homem com um suéter cinza, que orava de joelhos e com a cabeça baixa!”

No momento pensei que estava vendo o líder daquele ministério enquanto ele orava, porém dias depois descobri do que se tratava.

Continuando agora o post anterior, ao levantar pela manhã, disse a minha esposa o que o Senhor havia falado em voz audível para mim na madrugada e que não poderíamos assumir aquele diaconato.

Ela concordou plenamente comigo e agora eu tinha a difícil tarefa de comunicar a líder do diaconato aquela decisão, que teria que ser naquele dia, pois nos começaríamos nossas funções exatamente naquela quinta-feira, já no mês de agosto de 2011, mais precisamente dia 04.

Ao meio dia liguei para ela comunicando nossa decisão, informando ainda que havia sido uma direção do Senhor e nós os amávamos muito e por isso estávamos muito tristes em não assumirmos, mas o que prevaleceria era a vontade de Deus para as nossas vidas.

No culto daquela quinta algo seria decisivo para o que aconteceria no culto seguinte, o do domingo, pois um casal amigo nosso, que haviam saído separados como pastores pelo ministério em Salvador, comunicaria ao pastor daquela igreja que estava começando uma obra em casa, por direção de Deus, pois já haviam esperado quase dois anos por uma decisão daquele pastor, apesar de já terem saído ungidos pelo pastor da igreja de Salvador.

Apesar de tudo o pastor disse a eles que começassem e se ele tivesse um chamado ele apoiaria a obra.

Ora, vários profetas do ministério, de lugares diferentes, haviam profetizado sobre aquele homem e seu chamado, dizendo inclusive que ele sofreria muito ao chegar aqui em Porto Alegre. Inclusive eu, mesmo antes de conhecê-los mais intimamente, na primeira vez que o vi, enquanto ministrava naquela igreja, enquanto olhava para ele no púlpito tive uma visão aberta onde aquele homem pregava em uma plataforma muito acima de onde uma grande multidão o assistia.

Deus estava me mostrando justamente o que havia mostrado a tantos outros naquele ministério, então eu me pergunto:

Porque o pastor daquela igreja não estava vendo o mesmo que tantos outros já haviam visto?

Eu mesmo respondo:

“É porque não estava no mesmo Espírito!”

continua no próximo post (24/02/2013)…

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