Porque vocês devem ouvir o que eu digo? Parte VI

Esse post é parte 6 de 13 na série Porque vocês devem ouvir o que eu digo?

origin_770557316

(Esse post faz parte de uma sequência final de sete, completando doze desta série, que serão postados a partir de hoje, um por dia, por sete dias consecutivos, até se completarem os doze)

Após ter falado sobre todas aquelas coisas maravilhosas que aconteceram até mais ou menos metade do ano de 2011, falarei agora de algo que para muitos dos que me conhecem ficou pouco claro e para outros veio apenas ao conhecimento delas a versão que convinha para quem a deu.

Fiquei em silêncio por quase dois anos, sem contar os fatos que realmente aconteceram, por orientação daquEle que me levou para os lugares que eu fui, para fazer as coisas que Ele me mandou, pois o próprio Senhor Jesus, através do seu Espírito Santo, sussurrou aos meus ouvidos:

“Como uma ovelha muda!”

A cada vez que eu era ofendido, humilhado, escarnecido, difamado e tido como possuído por espírito de engano, como o próprio Jesus foi acusado pelos hipócritas e fariseus de Sua época, meu Senhor me dizia que o Seu Espírito é que se moveria para resolver aquelas situações e que eu deveria ficar calado, como uma ovelha muda, sem fazer ou dizer nada aos superiores daquelas pessoas, pois era propósito Seu julgar aquele lugar.

Porém no domingo, 17/02/2013, enquanto estava em um culto em uma igreja que o Espírito Santo tem voz, depois de ouvir o pastor pregar coisas sobre nossas vidas, o Espírito Santo sussurrou aos meus ouvidos:

“Amanhã você vai escrever sobre tudo que aconteceu com vocês naquele lugar!”

Quando cheguei em Porto Alegre, busquei o mesmo ministério ao qual havia confessado o Senhor Jesus e o conhecido verdadeiramente, porém sombras de Vitória-ES, haviam nos acompanhado e seriam decisivas para tudo o que aconteceu naquele lugar.

Começamos a congregar naquela igreja e nos sentimos em casa, pois o Espírito Santo fluía maravilhosamente no pastor, que pregava uma Palavra de acordo com a vontade do Senhor.

Pouco tempo depois de estar congregando lá, tive um sonho onde muitos homens armados invadiam aquela igreja que em seguida era cercada pela polícia. Em um determinado momento aparecia uma mulher que os liderava e dava uma ordem:

“Matem todos!”

Começava então uma carnificina e todos os membros daquela igreja começavam a ser assassinados, qualquer que mesmo caído se movesse recebia mais um tiro de misericórdia, nesse momento ouvi uma voz que me dizia:

Finja que está morto!

Assim eu fazia e não morria junto com o resto daquelas pessoas. Ao acordar o Senhor Jesus falou ao meu Espírito:

“Não se envolva com nada naquele lugar, espere seis meses, pois o Meu Espírito vai se mover ali!”

Falei tudo isso para a minha esposa, mas se tivesse entendido o recado completo de Deus naquele sonho, talvez as coisas tivessem tomado outros rumos, como também se minha esposa tivesse obedecido a ordem de não se envolvermos em nada.

Antes de continuar, gostaria de esclarecer o meu entendimento sobre esse sonho hoje:

A mulher naquele sonho, era na verdade alguém que estava sendo usada por um espírito, muito conhecido dos profetas, que falarei mais sobre ele mais a frente. Quando falei que sombras nos seguiram da cidade de Vitória, me referia a essa mulher, que havia sido expulsa da igreja onde conhecemos Jesus, justamente pela ação desse espírito na sua vida, tentando usurpar a autoridade do pastor, tentando inclusive colocar outro no lugar dele.

Pessoas que conviveram com ela em Vitória, ao falarem comigo, me disseram que haviam visto nela o mesmo espírito que eu havia visto.

A policia em cerco ao prédio, representa justamente o cerco do Senhor naquele lugar e ministério, para julgar todos aqueles que estavam dando lugar aquele espírito ao mesmo tempo que o espírito tentaria de qualquer forma matar espiritualmente todos quanto ele pudesse.

Hoje acho que eu estava ali mais como testemunha do Senhor para tudo aquilo que aconteceria, para que hoje pudesse escrever tudo que aconteceu e dizer aqui que o Senhor já me mostrou a sua futura queda com o juízo que está sobre eles.

Como eu havia falado, minha esposa, inocentemente e com a intenção de ajudar, aceitou um convite para participar e em menos de um mês, pela nossa desobediência, surgiu o primeiro desentendimento entre minha esposa e a mulher a quem me referi.

Esse fato se deu em um domingo, e no dia seguinte, segunda, enquanto eu estava indo com minha esposa para um seminário bíblico que fazíamos, fui quase obrigado a parar com o carro, pelo incômodo no espírito que estávamos, ao mesmo tempo que o Senhor nos dizia que estavam decidindo se nos expulsariam e nos pediu que intercedêssemos para que isso não acontecesse, me mostrando em uma visão uma sala com cadeiras de plástico em círculos, onde haveria uma reunião.

Ao final do culto da quinta, fomos convidados a subir até uma sala, onde haviam cadeiras em círculo exatamente como o Senhor havia me mostrado na segunda, percebi que era chegada a reunião que decidiria nosso futuro naquela igreja.

Apesar de eu não ter nada a ver como a questão, fui reprendido e ouvi do pastor que dessa vez não seríamos expulsos nem da igreja, nem do seminário, que apesar de não ter nada a ver com o fato, era ligado ao ministério.

Um fato interessante nesse dia é que a porta da igreja inexplicavelmente não abriu, sendo necessário chamarem um chaveiro. Hoje entendo que era Deus tentando impedir aquela reunião, para poupar aquele proeminente e jovem pastor, do juízo que ele estava trazendo sobre a sua cabeça.

Depois desse dia obedecemos fielmente a ordem do Senhor, passando a nos sentarmos inclusive nos últimos bancos da igreja, porém sem deixar de ouvir ofensas em pregações que se repetiam quase que todos os cultos em relação a nós.

Ao mesmo tempo que minha esposa dizia que iria embora, que não ficaria mais ali, sendo humilhada daquela forma, o Senhor continuava repetindo que deveríamos ficar como ovelhas mudas e esperar o Seu mover durante seis meses, que para a minha natureza humana foram os mais longos da minha vida.

Com o passar dos meses e com nosso silêncio, o amor do Senhor Jesus começou a ser derramado naquele lugar e as ofensas contra nós no púlpito cessaram. Ao mesmo tempo aquele casal que havia sido expulso da igreja em Vitória haviam se tornado os líderes do diaconato e em um determinado dia nos chamaram para conversar e nos fizeram um convite para nos tornarmos diáconos da igreja.

Aquilo nos pegou totalmente de surpresa, tanto que esquecemos a determinação do Senhor em não nos envolvermos em nada naquele lugar e assim pedimos um prazo para consultarmos ao Senhor para darmos uma resposta.

Pedi dois dias para dar uma resposta e no primeiro dia ouvi do Senhor:

“É reconhecimento de homens, não Meu!”

Aquela resposta era um tanto vaga se fosse olhar só para ela, porém a determinação de não nos envolvermos bastava para darmos um não, mas ao olhar para minha esposa e ver o seu desejo de ajudar aquelas pessoas, e o meu também, pois achei que assim poderia passar para aquelas pessoas o que já havia recebido de Unção vinda do Senhor, para ajudá-las a vencer o que as afligia.

Resolvemos dar um sim, em um domingo, que se me recordo bem foi nas ultimas semana de julho de 2011. Poucos dias depois recebemos a notícia que na primeira quinta feira de agosto de 2011, nós seríamos o casal escalado para receber as pessoas na porta da igreja.

Mas algo me incomodava no espírito e depois de duas noites sem dormir, na madrugada do dia em que deveríamos assumir o diaconato, acordei com a voz audível do Senhor que me disse:

“Vocês não deveriam estar lá!”

continua no próximo post (23/02/2013)…

Navegar na Série<< Porque vocês devem ouvir o que eu digo? Parte VPorque vocês devem ouvir o que eu digo? Parte VII >>

Tags , , .Adicionar aos favoritos o Link permanente.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *