A humanidade está alheia ao que está acontecendo… Parte I

Esse post é parte 1 de 8 na série A humanidade está alheia ao que está acontecendo

principio e fimA uns dois anos que venho sofrendo ataques do inimigo em todas as áreas da minha vida e de todas as formas, parece até que todas as forças do inferno se levantaram contra mim e minha casa.

Ao mesmo tempo foi nos últimos dois anos que Deus abriu meus olhos espirituais de uma forma como nunca antes havia ouvido falar e passei a enxergar e compartilhar as coisas espirituais e vivê-las até mais que as naturais.

Foi nesses dois  últimos anos que Deus revelou para mim segredos tão profundos que algum deles seriam impossíveis publicá-los aqui sem causar reações de TODOS os lados.

O Senhor tem me levado a falar sobre a Sua vinda e sobre os eventos que antecederão a isso, e me feito conhecer pessoas, virtualmente ou não, que falam a “mesma linguagem” que estou falando independente de nacionalidade.

Dias atras enquanto eu via um vídeo de um profeta do Kênia, Dr. Owuor, que fala sobre a saída da Glória de Deus do Templo, relacionando isso em diversas épocas na História Bíblica, como também ao nosso tempo hoje, o Senhor me deu esta Palavra:

“Eu te amei oh Povo Santo, quis Te dar tudo desde o princípio, e Te dei… Dei a Mim como sacrifício, dei a Mim como oblação, para que você fosse pura como a neve… mas assim que Eu me virei vocês se dispersaram e seguiram seus próprios caminhos, cada um para o seu lugar, cada um para sua vontade… Agora é hora de reunir as ovelhas puras que se dispersaram no meio da matilha de lobos que se formou… vou reunir um a um com Minha mão e ceifar aqueles que seduziram as minhas ovelhas e as fizeram se dispersar…”

A saída da Glória do Senhor é simplesmente a saída do Espírito Santo de Deus da terra, junto com os arrebatados, a Igreja do Senhor.

Antes de falarmos sobre a Palavra liberada acima, gostaria de compartilhar com vocês algo que o Senhor me mostrou, para explicar o porquê de tantos ataques do inimigo na minha vida, nos últimos anos, e na vida de tantos outros irmãos que conheço, que tem uma forte ligação com essa Palavra.

Poucos dias antes de receber esta Palavra, pedi ao Senhor em oração uma resposta para essas situações que haviam se levantado na minha vida e ainda enquanto orava Ele me respondeu que naquela noite me daria as respostas que eu buscava.

Naquela noite ao adormecer tive a seguinte visão:

“Estava em um lugar público, algo parecido como uma grande praça muito movimentada, onde pessoas iam de um lado para o outro. Eu e mais três pessoas, que não me era permitido ver os rostos, mas em espírito sei quem são duas delas, estávamos com foices nas mãos parecidas com as usadas na colheita de cana de açúcar. Havia ainda um quarto ser, que tinha um formato ou contorno  de homem, porém do seu corpo resplandecia um luz tão forte que não se podia ver nada além daquela luz. Este ser também estava com uma foice, porém não era uma foice como a nossa, era uma foice com o cabo mais longo, parecida com as usadas para capinar o mato quando ele está muito grande.  Em um determinado momento surgiam de todos os lados grandes escorpiões pretos, quando digo grandes é porque eram do tamanho de um cachorro da raça Dog Alemão.  As duas garras deles eram do tamanho das foices que nós tínhamos e suas caldas, onde fica o ferrão, tinha mais de um metro de comprimento. Eles partiam com tudo para cima de mim e dos outros três homens que estavam comigo. A fúria deles era tanta que muitas vezes me desarmava com suas patas, jogando minha foice a metros de distância. Quando isso acontecia o ser que falei intervia e assumia a batalha enquanto eu corria para buscar a minha foice. Apesar da batalha as pessoas que transitavam por aquele lugar estavam alheias a tudo o que estava acontecendo ali, não nos viam, nem tampouco os escorpiões, com exceção de um homem, com o aspecto de alguém que está transtornado, que tinha um único interesse: Pegar as nossas foices, não para nos ajudar e sim para tirar proveito dela. A luta era ferrenha, demorada e incansável… A cada escorpião que matávamos surgia um outro logo em seguida e a batalha não parava. Além de nos atacarem com as patas da frente, usavam também os ferrões e era geralmente nessas horas que eu dava um golpe fatal na cabeça deles e os matava. O impacto da foice nas patas deles era tão forte que irradiava um grande clarão, como uma explosão de luz. Essa batalha durou muito tempo, entre a hora que me deitei e a que acordei, perto das três da madrugada, passaram-se quase duas horas.  Em um determinado momento percebia que um deles avançava sobre a minha filha de sete anos, que indefesa usava um pedaço de madeira para se defender. Nesse momento eu corria para socorrê-la e ao chegar perto dela via apenas os pés de um homem que se aproximava. A simples chegada daquele homem fazia com que aqueles escorpiões que ainda restavam simplesmente fugissem e se escondessem, então despertei…”

No próximo post vou analisar com vocês o teor desses dois “recados” que o Senhor me deu, para que eu transmitisse, e vocês entenderão que as duas mensagens falam desse momento que estamos vivendo e do quão alheia está a humanidade a ele, incluindo-se nesse meio muitos Cristãos.

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